Cristina Kirchner diz estar convencida de que promotor não se matou
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, assinalou nesta quinta-feira (22) que está "convencida" de que a morte do promotor Alberto Nisman "não foi um suicídio", em uma nova carta publicada em seu blog.
Segundo a presidente, foram "plantadas pistas falsas para Nisman" dentro de uma "operação contra o governo".
"Por que alguém ia se suicidar sendo promotor e gozando ele e sua família de uma excelente qualidade de vida?", assinalou a presidente, que continua sem aparecer em público.
Nisman foi encontrado em sua casa com um tiro na cabeça horas antes de comparecer ao Congresso para dar detalhes sobre a denúncia que tinha apresentado contra a presidente por suposto encobrimento de terroristas.
"Nisman não sabia e provavelmente não soube nunca. A verdadeira operação contra o Governo era a morte do promotor após acusar a presidente, seu chanceler e o secretário-geral de La Cámpora de terem encoberto os iranianos acusados pelo atentado terrorista da Amia", afirmou Cristina.
A presidente acrescenta ainda mais dúvidas ao caso.
Cristina se pergunta também "por que se permitiu
Segundo a presidente, foram "plantadas pistas falsas para Nisman" dentro de uma "operação contra o governo".
"Por que alguém ia se suicidar sendo promotor e gozando ele e sua família de uma excelente qualidade de vida?", assinalou a presidente, que continua sem aparecer em público.
Nisman foi encontrado em sua casa com um tiro na cabeça horas antes de comparecer ao Congresso para dar detalhes sobre a denúncia que tinha apresentado contra a presidente por suposto encobrimento de terroristas.
"Nisman não sabia e provavelmente não soube nunca. A verdadeira operação contra o Governo era a morte do promotor após acusar a presidente, seu chanceler e o secretário-geral de La Cámpora de terem encoberto os iranianos acusados pelo atentado terrorista da Amia", afirmou Cristina.
A presidente acrescenta ainda mais dúvidas ao caso.
Cristina se pergunta também "por que se permitiu
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