Mais realista, governo baixa previsão de alta do PIB para 0,8% em 2015
Enquanto a mudança da política econômica ainda está em fase de ensaio, o governo Dilma Rousseff já mostra uma guinada rumo a um realismo maior em suas previsões para o futuro.
Documento enviado nesta quinta-feira (4) ao Congresso reduziu a projeção oficial para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, medida da renda nacional) no próximo ano, de 2% para 0,8%. Pela primeira vez na gestão da presidente, trabalha-se com uma expectativa similar à dos analistas de mercado, hoje em torno de 0,77%.
A nova estimativa será utilizada na elaboração do Orçamento de 2015, cujo projeto inicial contava com uma expansão econômica de 3%.
Nos últimos anos, a administração petista sempre adotou cálculos excessivamente otimistas para o desempenho do PIB e, consequentemente, da arrecadação. Como os resultados desejados não eram atingidos, e os gastos não foram reduzidos, as contas do Tesouro Nacional entraram no vermelho neste ano.
Com a nova previsão para a economia, o governo deverá também promover um corte nas receitas esperadas. Não por acaso, a meta de poupança para o abatimento da dívida pública, ou superavit primário, já foi reduzida de 2% para o equivalente a 1,2% do PIB. Só a partir de 2016 o primeiro percentual será restabelecido.
Documento enviado nesta quinta-feira (4) ao Congresso reduziu a projeção oficial para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, medida da renda nacional) no próximo ano, de 2% para 0,8%. Pela primeira vez na gestão da presidente, trabalha-se com uma expectativa similar à dos analistas de mercado, hoje em torno de 0,77%.
A nova estimativa será utilizada na elaboração do Orçamento de 2015, cujo projeto inicial contava com uma expansão econômica de 3%.
Nos últimos anos, a administração petista sempre adotou cálculos excessivamente otimistas para o desempenho do PIB e, consequentemente, da arrecadação. Como os resultados desejados não eram atingidos, e os gastos não foram reduzidos, as contas do Tesouro Nacional entraram no vermelho neste ano.
Com a nova previsão para a economia, o governo deverá também promover um corte nas receitas esperadas. Não por acaso, a meta de poupança para o abatimento da dívida pública, ou superavit primário, já foi reduzida de 2% para o equivalente a 1,2% do PIB. Só a partir de 2016 o primeiro percentual será restabelecido.
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