Robben: "Guardiola é um doente do futebol e pode te ligar às 3h da manhã"
Madrugada. Arjen Robben está em casa, dormindo com a esposa, descansando às vésperas de um importante jogo com o Bayern de Munique. Toca o telefone. Do outro lado da linha atende Pep Guardiola, ansioso para conversar sobre futebol. Até que provem o contrário, a cena é fictícia - mas pode ter acontecido com o holandês ou qualquer outro jogador do time bávaro desde a última temporada, quando o catalão substituiu Jupp Heynckes.
A fixação de Guardiola chamou a atenção de Robben, que convive praticamente todos os dias com seu treinador. Ainda assim, o encheu de elogios em entrevista à revista “France Football”.
- Guardiola é um doente do futebol e pode te ligar às três da manhã para falar de tática. Melhorou o Bayern e fez dele mais flexível com vários sistemas de jogo para se adaptar durante um mesmo jogo, deixando-nos cada vez mais imprevisíveis.
A fixação de Guardiola chamou a atenção de Robben, que convive praticamente todos os dias com seu treinador. Ainda assim, o encheu de elogios em entrevista à revista “France Football”.
- Guardiola é um doente do futebol e pode te ligar às três da manhã para falar de tática. Melhorou o Bayern e fez dele mais flexível com vários sistemas de jogo para se adaptar durante um mesmo jogo, deixando-nos cada vez mais imprevisíveis.
Robben também falou sobre o seu desempenho individual – ele considera Guardiola fundamental na evolução de alguns aspectos.
- Melhorei, sobretudo taticamente. Tenho movimentos mais inteligentes, penso mais, mas sem perder minha espontaneidade. Desde pequeno eu já gostava de driblar os adversários. No meu jogo o ritmo é primordial e, ainda que a defesa possa se antecipar, é o instinto que permite fazer a diferença, embora minha perna direita não sirva para muito (risos).
Por fim, o atacante comentou sobre as chances de faturar a Bola de Ouro em 2014.
- A Bola de Ouro nunca foi uma obsessão, é um prêmio individual e eu me fixo nos objetivos coletivos, mas seria um bonito reconhecimento e um motivo de orgulho. Não gosto de me comparar aos demais, mas Ronaldo e Messi são dois monstros. O que fazem há seis anos vai além da realidade. São superiores a todos. Há outros jogadores extraordinários, como aqui no Bayern. Os alemães foram campeões do mundo e muitos são de classe mundial.
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