Após paralização todos os terminais voltam a operar
Motoristas e cobradores liberaram, por volta de 12h30, todos os 29 terminais de ônibus da cidade de São Paulo. A categoria havia iniciado por volta de 9h45 um protesto contra os ataques a coletivos e a falta de segurança.
De acordo com a SPTrans, os últimos terminais liberados foram o Carrão e o AE Carvalho, na zona leste. Um acordo firmado ontem à noite com a Secretaria da Segurança Pública e os comandos das Polícias Civil e Militar previa que a paralisação começaria às 10h e acabaria ao meio-dia. De acordo com a prefeitura, a paralisação prejudicou 1 milhão de pessoas.
A estudante Nayara Vieira conta que, por causa da paralisação, muitos usuários optaram pelos trens na zona leste da cidade. Ao ver a superlotação na estação Guaianases da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), ela desistiu de ir à faculdade e voltou para casa.
A paralisação surpreendeu a dona de casa Maria Xavier, 53, no terminal D. Pedro 2º, na região central. "Não sabia disso. Tenho que voltar para casa para ficar com meu neto", relatou. Ela foi ao centro para buscar medicamentos para o marido em um posto de saúde e precisava retornar ao bairro de São Mateus, na zona leste.
De acordo com a SPTrans, os últimos terminais liberados foram o Carrão e o AE Carvalho, na zona leste. Um acordo firmado ontem à noite com a Secretaria da Segurança Pública e os comandos das Polícias Civil e Militar previa que a paralisação começaria às 10h e acabaria ao meio-dia. De acordo com a prefeitura, a paralisação prejudicou 1 milhão de pessoas.
A estudante Nayara Vieira conta que, por causa da paralisação, muitos usuários optaram pelos trens na zona leste da cidade. Ao ver a superlotação na estação Guaianases da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), ela desistiu de ir à faculdade e voltou para casa.
A paralisação surpreendeu a dona de casa Maria Xavier, 53, no terminal D. Pedro 2º, na região central. "Não sabia disso. Tenho que voltar para casa para ficar com meu neto", relatou. Ela foi ao centro para buscar medicamentos para o marido em um posto de saúde e precisava retornar ao bairro de São Mateus, na zona leste.
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